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José Camilo

José Camilo (8)

Neymar excluído da Seleção Brasileira por um golpe de artes marciais

                                                                                                                         É chegado o momento de o mundo compreender que o futebol brasileiro é o mais perfeito do planeta. Isso porque o Grande Arquiteto do Universo legou a este caldeirão étnico das terras verde/amarelo um recurso que negou a todo o resto da humanidade: a capacidade de improvisação ou, como queiram, aquilo que aprendemos a chamar de “jeitinho”. O bom futebol mundial pode ser resultado de boa técnica esportiva, bom preparo físico, treinamento correto, inteligência aguçada de dirigentes e...um sem número de razões. Entretanto, o grande diferencial para o êxito de quem pratica o maior esporte de todos os tempos, é exatamente a presença de espírito e a capacidade de improvisação, ervas que só o brasileiro possui em seu quintal e que jamais vicejarão em quaisquer outras plagas do planeta. Assim foi também na II Guerra Mundial. Ao chegar à Itália, em 1944, o efetivo da Força Expedicionária Brasileira não granjeou, de início, a confiança do comando aliado. Estatura abaixo da média, dentição precária, uniforme insuficiente para as baixas temperaturas, instrução militar escassa, foram as credenciais apresentadas pelo pracinha brasileiro aos robustos norte-americanos. Mas, no desenrolar da campanha na Itália, os aliados perceberam que os mestiços sul-americanos iriam fatalmente sobrepujá-los com suas gingas, mungangas, rapidez no aprendizado, ligeireza nas ações, no improviso e, principalmente, na capacidade de adaptação. Assim, os brasileiros foram empurrando os nazistas para dentro da Europa aos olhos atônitos dos gringos, até a vitória final.

                                                                                                                           A Copa de Mundo é um evento que nasceu do raro espírito esportivo do gaulês Jules Rimet e, a partir de 1958, o Brasil começou a pontificar em suas disputas, até conquistar um título de pentacampeão. É o melhor futebol do mundo, já se dissiparam quaisquer dúvidas a esse respeito e Pelé, o melhor jogador de todos os tempos, é nosso compatriota. Não é de se admirar, então, que seus atletas venham sendo caçados (é com c cedilha mesmo!) ao longo dessas disputas que se iniciaram em 1930. No mundial de 1962, o Rei Pelé foi colocado fora de combate pelo golpe sujo de um adversário que ali estava de tocaia esperando o momento azado de cumprir as ordens nefandas de seus dirigentes. Substituído Pelé por Amarildo, e tendo o apoio do legendário Garrincha, o Brasil sagrou-se bicampeão naquele mundial.  Vencer os brasileiros nesse esporte é tarefa árdua e, sendo o futebol uma arte de corpo a corpo técnica e, a Copa do Mundo, uma competição que atualmente movimenta somas astronômicas em dinheiro, a eliminação de seus jogadores através de agressões físicas camufladas é apenas uma questão de lógica.

                                                                                                                          Porém, falemos da atualidade. Ontem, 04/07/2014, quando o Brasil disputava com a Colômbia uma das partidas da Copa, o fato mais uma vez se repetiu. Entre os milhões de torcedores brasileiros, é certo que quase ninguém teve suficientemente aguçada a capacidade de observação, para concluir que Neimar, o principal atacante da Seleção Brasileira, foi vítima de um despistado golpe de kung fu. Nessa modalidade das artes marciais, esse golpe tem lugar quando o lutador vira-se de costas negaceando o oponente e, imprimindo impulso às pernas, acerta o rosto de seu adversário com os pés numa cambalhota. Mas, esse adversário, ao perceber a manobra, pode ir ao contragolpe antes de receber os pés do oponente no rosto, arremessando-lhe um dos joelhos na região lombar, o que provocará a ruptura de sua coluna vertebral. Observa-se nitidamente que o atacante Neimar desempenhou ali o papel do contendor quando vira-se de costas para aplicar o golpe. Transpondo essa dinâmica para o lance, veremos que o atacante brasileiro procedeu de forma análoga, porém, tratando-se de uma partida de futebol, sua intenção era impedir que o oponente tivesse acesso à bola. Jogava-se, ali, um esporte chamado futebol. O atleta colombiano que atingiu Neimar deu mostras irrefutáveis de suas intenções que eram mesmo aquelas de lesionar o atacante brasileiro. Em uma segunda análise, mostrou ser um conhecedor experimentado da arte do kung fu. Não conseguiu, porém, esconder sua ação dos olhos de muitos bons observadores em meio à torcida brasileira. Certamente, em países mais radicais, a polícia adentraria imediatamente o gramado e aquele jogador colombiano seria preso por lesão corporal. Ali, cabalmente, não está configurada uma jogada desleal, uma entrada violenta ou coisa que o valha. Foi um crime de lesão corporal.      

                                                                                Após as autoridades policiais brasileiras terem levado à prisão uma quadrilha que vendia entradas para os jogos da Copa do Mundo de 2014 de forma fraudulenta, e haver descoberto entre os acusados um funcionário da FIFA, uma conspiração para eliminar deslealmente jogadores brasileiros do Mundial não será coisa de esbugalharmos os olhos e ficarmos estupefatos. Na partida de ontem, também vimos quando o goleiro colombiano, em um fim de ataque, arremessou maldosamente a bola para as pernas de outro jogador brasileiro, simulando que este o impedira de chutá-la, penalidade que é passível de cartão amarelo e impedimento de participação na partida seguinte. Conseguiram, em um só jogo, colocar fora de combate dois dos nossos melhores jogadores, com a ajuda da desastrada atuação do árbitro que praticou todos os tipos de irregularidades. Ainda assim o Brasil venceu por 2 x 1. O atacante Neimar poderia agora estar com a coluna vertebral irremediavelmente fraturada.

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Jesus Expulsa os Vendilhões do Templo

Dia desses, ao tomarmos café pela manhã ao pé do rádio, ouvimos o nosso confrade da ALEPON, Pe.José Luis, fazendo a sua homilia no programa sertanejo do Danilo. O padre José Luis falava de uma passagem muito interessante do evangelho: o dia em que Jesus perdeu as estribeiras e agrediu o pessoal que fez do templo judaico, talvez a sinagoga daquele tempo, uma praça de negócios. Valendo-se de um chicote, O Deus encarnado, do qual somente emanava luz e amor, virou-se às avessas. Derrubou bancas de mercadorias, enxotou animais que ali estavam à venda, espalhou moedas e botou todo o mundo para correr. Naquele dia, Ele pintou o diabo!!!!! Como é que Jesus Cristo transforma-se, sem mais nem menos, num bom arruaceiro.

Aquele episódio narrado por um dos quatro evangelistas, do qual não guardei o nome, tampouco o capítulo e versículos referentes, pode até ser entendido pelos menos avisados como um paradoxo na vida terrena de Cristo. Afinal, as palavras do Divino mestre sempre encerraram puro amor e repúdio à violência, chegando mesmo a ensinar que em se tomando uma bofetada em uma das faces deve-se oferecer a outra para que também ela receba a pancada. Mas naquela passagem da expulsão dos vendilhões do templo por Jesus, está implícito, e muito sutilmente, o ensinamento do amor que deve estar embasado em ações fortes. Na fraqueza, enfim, não pode residir o amor.

Através dos séculos posteriores à vida de Cristo, a falta do uso correto de seu chicote que escorraçou os vendedores ambulantes do templo, tem levado a humanidade aos maiores desatinos. A fraqueza dos governos leva os povos à desordem. E a desordem conduz a um único caminho: o despotismo. Uma vez instalada uma ditadura, um regime de exceção ou um império de leis espúrias, o chicote de Cristo é usado de forma equivocada e aí tem-se a violência que Ele mesmo condenou sempre, na forma de prisões arbitrárias, assassinatos e exílios  em nome da segurança  nacional. Após expulsar a horda de vendilhões, Jesus disse que destruiria aquele tempo e o reconstruiria em três dias. Ali, ele não falava do templo material, mas da integridade da obra que veio realizar do mundo. Ela teria de ser concluída em bases fortes.

E o papa Pio XI proferiu, certa vez, uma assertiva lapidar: “ o Homem moderno perdeu a noção do pecado”. Poderíamos parafrasear aquele pontífice acrescentando: “ o Homem moderno perdeu a noção do pecado pela falta do chicote de Cristo”. O bando de vendedores enxotados do templo bem poderia ser a humanidade atual que incrementa a fome nos países do terceiro mundo, quando lá deveriam promover a dignidade humana; bem poderia representar os governos que se omitem em suas obrigações de resguardar os dinheiros públicos, facilitando os roubos e a má distribuição da renda, tal como os vendedores que vão comercializar no local onde deveriam ir para rezar. Em nossa opinião, no estágio em que estão as coisas neste princípio do Século XXI, Jesus teria mesmo de destruir o templo e o reedificar, não em três dias, mas naquele preciso átimo de segundo após sua implosão.

A face da Terra é o templo onde a humanidade pode e deve ter vida em abundância de acordo com palavras do próprio Jesus. Os vendilhões sociais com suas barracas instalados nesse templo, comercializando o roubo aos dinheiros públicos, vendendo as guerras, fazendo da violência a moeda de troca de suas ganâncias financeiras, estão, exatamente como naquele remoto dia, há mais de dois milênios, fazendo da casa do Pai Celestial uma praça de negócios. Que Jesus volte agora ao templo da vida humana, empunhe seu relho de couro torcido e os expulse desse templo derrubando suas bancas de iniquidades.    

 

 

 

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A Senhora Liberdade

                                                           Ergue-se, na entrada do porto de Nova York, em Liberty Sland, o símbolo máximo dos Estados Unidos da América: A Liberdade Ilumina o Mundo ou, como ficou popularmente conhecida, a Estátua da Liberdade. No hemisfério latino do continente americano, poucos se dão ao trabalho de conhecer a história desse símbolo, já que temos outros conceitos da liberdade, um bem humano só avaliado quando perdido. E a grande potência do Norte, hoje criticada por suas incursões e ingerências na liberdade  soberana de todas as nações do mundo, conserva, na orla marítima de sua principal metrópole, um monumento à liberdade.

                                                            Reparos e manutenções aplicados recentemente à estrutura do monumento, tanto para resguardá-lo de um novo 11 de setembro como para dar maior brilho às comemorações do 4 de julho, dia da independência dos Estados Unidos da América, trazem à tona as lembranças dos movimentos libertários daquelas últimas décadas do Século XVIII, os quais marcaram o fim da Idade Moderna para abrir ao mundo as portas da Era Contemporânea. E essa transposição de Eras teve como ponto culminante a liberdade dos povos perpetuada naquele monumento. Sabe-se que o escultor e político francês Frédéric Auguste Bartholdi visitou os Estados Unidos em 1871 e voltou à sua pátria imbuído da idéia de prestar um reconhecimento àquele país anglo-saxão, recém instalado no extremo norte das Américas, pela sua ajuda às causas libertárias da França promotora do movimento máximo desse anseio humano de liberdade, materializado, um século antes, pela derrubada sangrenta da monarquia absolutista dos Luízes. E esse reconhecimento inspirava-se na memória de todos os construtores norte-americanos do mundo contemporâneo, mormente um Thomas Jefferson e um Benjamin Franklim ou um James Monroe.

                                                              Arrecadados os fundos entre os cidadãos franceses, elaborou-se, em cobre, a colossal estátua, na figura de uma mulher, cujo rosto diz-se inspirado no semblante da mãe de Bartholdi. Depois entrou em cena o trabalho divino de Gustav Eiffel, então renomado engenheiro civil, construtor do símbolo de Paris e da França caracterizado pela torre que leva o seu nome. Eiffel encarregou-se de idealizar a estrutura metálica onde se apoiaria a parte escultural do monumento. Após árduos trabalhos de transporte, o símbolo da liberdade encontrou seu lugar definitivo em gigantesco pedestal erguido no centro da Baía de Manhatan e, inaugurado em 1886, daria aos Estados Unidos da América, em definitivo, o cetro de país libertário e democrático por excelência.

                                                                 E foi a 11 de novembro de 1887, poucos meses após a suntuosa inauguração de Lady Liberty, apelido carinhoso dado pelos norte-americanos à Estátua da Liberdade, que cinco líderes trabalhistas foram executados  sob a égide de sua tocha fulgurante, após promoverem uma greve geral no dia 1º de maio de 1886, ano dessa inauguração. O movimento grevista visava o fim das condições sub-humanas em que viviam os trabalhadores norte-americanos naquela época.  Alguns anos após, em 1947, o governador do Estado de Illinois reconheceu a falsidade das provas contra os mártires de Chicago, anulou o processo condenatório e libertou os líderes que, presos, não chegaram à pena de morte em 1887. Mas, nesse ano de 1947 seis lápides no cemitério local guardando os corpos de cinco executados e de um suicida, eram um protesto mudo contra a tirania irreversível que se desenvolvera sob a tocha de Lady Liberty e que trazia ainda em seu pedestal a seguinte inscrição: “Venham a mim as massas exaustas, pobres e confusas ansiando por respirar liberdade. Venham a mim os desabrigados, os que estão sob a tempestade. Eu os guio com a minha tocha”. Essa inscrição desapareceu misteriosamente do pedestal nas décadas seguintes, quem sabe, por vergonha da consciência norte-americana.

                                                                  Entretanto, essa vergonha de consciência parece uma quimera histórica como a também monumental frase de James Monroe: “América for the americans” (América para os americanos). Essa vergonha histórica teria levado Monroe a não dizer toda a frase que tinha na consciência: América for the Americans of the North”  (América para os americanos do norte). Tudo fica ainda mais confuso quando veremos, nos finais do Século XX e neste início do  Século XXI, quase todos os governos ianques que atuaram sob a tocha de Lady Liberty financiando sangrentas ditaduras militares na pobre América Latina; promovendo um embargo econômico cruel e já anacrônico à nação cubana; incrementando guerras fratricidas no Oriente Médio; mantendo serviços de espionagem às informações legalmente sigilosas de governos constituídos no mundo inteiro, antes  por agentes da CIA infiltrados nos países e mais recentemente pelo moderno recurso eletrônico da Internet. Então, qual o conceito de liberdade aquela tocha da “senhora liberdade” estaria iluminando há mais de um século?

 

JOSÉ CAMILO FILHO

Da Academia de Letras, Ciências e Artes de Ponte Nova

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A idade penal no Brasil segundo o Código de Hamurabi

                                              Em 1901, realizando pesquisas arqueológicas na região da antiga Mesopotâmia, mais precisamente onde  está hoje a cidade de Susa, no atual Irã, uma expedição francesa encontrou casualmente o legendário e famoso Código de Hamurabi. Em linhas gerais, trata-se de um bloco monolítico onde estão grafados os textos de 282 leis e compostos por aproximadamente 3.600 linhas. Este código, que acredita-se promulgado pelo rei Hamurabi por volta do ano 1700 a.C., estabelecia a ordem jurídica no primeiro império babilônico e dividia a sociedade em três classes: 1º) Awilum, o homem livre, geralmente proprietário de terras e que não dependia do palácio real e do templo; 2º) Muskênum: esta uma pequena casta de funcionários públicos detentores de alguns privilégios principalmente no uso do solo; 3º) Wardum: os escravos que representavam mercadoria de troca até que pudessem amealhar fortuna e comprar a sua liberdade. O código de Hamurabi estabelece ainda vários crimes como falso testemunho, roubo e receptação, estupro, os delitos contra a família e escravos, as ajudas a fugitivos, entre outros. Entretanto, a regulamentação penal mais famosa do cógido de Hamurabi e que apavora todos os legisladores e juristas do mundo atual é a lei de talião: todo aquele que se dispuser à pratica um delito, deve sofrer na própria carne, em igual número e grau  os danos produzidos pela sua ação criminosa. Em termos vulgares, a lei do talião pode ser traduzida pela máxima “Olho por olho, dente por dente”. Vejamos, por exemplo, o parágrafo 227 de seu artigo 25: “Se um construtor edificou uma casa para um Awilum, mas não reforçou seu trabalho e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa , esse construtor sofrerá igualmente a pena de morte”.

                                         Fui um aluno exemplar na faculdade de direito. Lá permaneci pelo longo período de uma semana incompleta, tempo suficiente para eu dar conta de que tentava iniciar-me em uma ciência muito longe das minhas tendências vocacionais e das minhas convicções íntimas. Hoje, graças a essa iluminação divina que tive ainda nos princípios do curso de direito, entendo de leis tanto quanto entendo de astrofísica. Mas veja-se agora os artigos 27 e 228 da nossa Carta Magna de 1988: “São penalmente inimputáveis os menores de 18 anos”. Por que motivo os juristas brasileiros, o doutos de todo o nosso processo legislatório, os operadores de todo o poder judiciário brasileiro, enfim, todos os luminares do direito dentro de nossas fronteiras, não se apavoram diante da falha jurídica imposta por esses dois artigos, na igual medida em se apavoram diante da milenar lei de talião? Meditemos sobre uma pessoa menor de dezoito anos que pratica um dos crimes hoje conhecidos como hediondos, porém, já previstos naquele milenar código de Hamurabi digno de todos as abominações do direito da Era Espacial. Às 23 horas e 59 minutos e 59 segundos do último dia em que tem a idade de 17 anos, esse indivíduo comete o delito. Um segundo após cometer o crime hediondo ou, ainda, no transcorrer da ação do delito, ele pode completar a idade penal: dezoito anos. Então, como os legisladores lidariam com igual situação jurídica?

                                                Embora analfabetos em direito, entendemos: aquele que cometeu um crime de qualquer natureza, teve o poder físico e/ou intelectual de levar a efeito esse seu desígnio, qualquer que seja o tempo em que está vivendo. Como, então,  atribuir inimputabilidade àquele que, no momento de infringir a lei, estava em pleno gozo desse poder físico e/ou intelectual? Essa inimputabilidade do menor que figura em nossa Constituição está fundamentada em um princípio que talvez já fosse arcaico no momento em que elaborou-se o código de Hamurabi: O menor de dezoito anos não sabe o que está fazendo. Acaso, essa consciência de seu ato viria como pudesse vir pelo toque da varinha de condão de uma fada no primeiro segundo do momento em que se completasse a sua idade penal? Isso nos parece mais pavoroso e imbecil que a lei de talião imposta ao povo babilônico há mais de 37 séculos.

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09 de julho de 2013 - 81 ANOS DA REVOLUÇÃO CONSTITUCIONALISTA

A forma republicana de governo foi instaurada no Brasil  na noite de 14 para 15 de novembro de 1889, por uma quartelada, à revelia do povo e marcando o início de uma ditadura militar que somente entregaria o poder às instituições civis depois de um decênio. Após as marchas e contramarchas, sequelas, querelas, mandos e desmandos que caracterizaram os períodos de Deodoro e Floriano, eleições populares levaram o paulista Prudente José de Morais Barros à curul presidencial. Iniciava-se, então, o ciclo do famoso café com leite, onde Minas Gerais e São Paulo alternavam-se no poder de uma república nascida nos bicos dos fuzis e canhões sublevados do mesmo exército que tinha o dever de garantir as instituições imperiais, uma época marcada pelos conchavos eleitoreiros, o legendário voto de cabresto e o favorecimento das elites cafeeiras. E assim, como um soldado que se une ao pelotão quando este já está em marcha e não consegue sintonizar  seu passo com os demais, a chamada República Velha capengou na marcha da história até os finais das três primeiras décadas do Século XX.

Washington Luiz Pereira de Souza herdara um barril de pólvora, cuja carga lentamente armazenada desde o assalto de Deodoro ao poder, completara-se no tumultuado quatriênio anterior de Bernardes. Deposto Washington, entraria em cena Getúlio Dornelles Vargas na chefia dos outubristas de 1930. Novo regime de exceção com o nome de Governo Provisório teria início, desta vez tendo como mandatário supremo o advogado gaúcho  Getúlio Dornelles Vargas, um “caudilho dos pampas” na definição de seus desafetos políticos.

A constituinte anunciada por esse Governo Provisório logo após a vitória dos outubristas, não passaria de simples promessa e a repressão acentuava-se. O período compreendido entre os anos de 1930 e 1932 constituiu-se em simples prazo para que o pavio do TNT político fosse rapidamente consumido, e chegar a uma inevitável e fatal explosão armada que marcou o legendário 9 de julho de 1932. O general Bertholdo Klinger sublevara-se com o seu batalhão em Mato Grosso e seguira para São Paulo onde suas tropas se juntariam àquelas comandadas por Izidoro Dias Lopes e pelo coronel Euclides Figueiredo. Era  a histórica Revolução Constitucionalista que lutaria contra as tropas federais objetivando a restauração da democracia no país e a instalação da constituinte prometida pelos outubristas de 1930. A imprensa governista da época daria àquele movimento apenas um caráter separatista e cujo objetivo era  transformar o Estado de São Paulo em mais uma dessas republiquetas sul-americanas desgarradas da federação brasileira. Todavia, 81 anos após a derrota de suas tropas pelo exército federal, os constitucionalistas são reverenciados em toda a terra bandeirante a cada 9 de julho. Perpetuaram-se na história pátria como símbolo máximo da democracia brasileira, posto que a história jamais conseguiu estabelecer a verdade. E ao cabo de sete décadas, oposição e situação ainda se digladiam na voz dos raros protagonistas da Revolução Constitucionalista ainda vivos.    

Claro está que o episódio foi uma guerra fratricida onde o sangue alvissareiro da juventude brasileira de então verteu copioso. Não estavam em jogo interesses máximos da pátria, mas o indestrutível e notório costume de rasgar constituições que caracteriza toda a história republicana brasileira. Assim se fez com a efêmera Carta de 1934, quando a ditadura do Estado Novo nasceu na calada da noite de 9 para 10 de novembro de 1937. Assim se fez com a Carta de 1946, quando o presidente João Belchior Marques Goulart foi alijado do poder na noite de 30 para 31 de março de 1964, iniciando-se um regime de exceção que se estenderia pelas três décadas seguintes.

Estamos vivendo tempos democráticos, assim o proclamam as atuais instituições. Mas, se a história é mestra da vida...

 

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O SENADO EVERGONHA AS EFEMÉRIDES DE NOSSA HISTÓRIA

Absolvido nesta data o presidente do senado acusado em processo de crime fiscal. Um turbilhão de marchas e contramarchas, opiniões contra e a favor, sessões e...tudo o mais. Justa a decisão do Senado Federal? Se antes de se votar a matéria discutia-se pela condenação ou absolvição do presidente, discutir-se-á, agora, pelo acerto ou erro que a casa legislativa tenha praticado.Parece que a nação está impermeável à idéia de que, justiças ou injustiças feitas, apenas um fato se mostra em perfeita clarividência. Uma única verdade confiável em toda essa prebenda é que o povo brasileiro, mais uma vez, não logrou saber o que realmente se passa na questão.

    Tomando-se como exemplo uma empresa privada, indaga-se sobre o direito que poderá assistir a um grupo de funcionários subalternos, entre eles o tesoureiro, de decidir, secretamente, sobre o destino a ser dado aos recursos financeiros da empresa, à revelia de seus proprietários. Qual diretoria empresarial ou qual detentor de quotas de capital de uma empresa estaria conivente com tal procedimento?
      Fala-se, pois, em soberania do Senado Brasileiro. É preciso que a nação se conscientize de que os brasileiros integrantes daquela casa legislativa estão ali como delegados do povo e a esse povo devem satisfações. Ao realizar uma sessão secreta, portanto, o Senado Federal pratica uma apropriação indébita de direito, uma vez que sonega aos " proprietários do país" as informações que lhes devem.Todas as sessões de qualquer casa legislativa, se realizadas secretamente, ferem qualquer princípio de direito e de democracia. E assim procedendo, o Senado Federal se transforma em um balcão da mais límpida ditadura, já que não repassa aos eleitores de seus componentes as informações sobre o seu desempenho parlamentar, exatamente aquelas que irão servir de pontos de referência aos votos dos futuros pleitos.
          O caso presente em que se votou a sorte do presidente Renan Calheiros é típico dessa idéia. No momento em que alguns deputados, munidos de autorização judicial, tiveram a coragem de se insurgir nos umbrais do recinto do Senado para lutarem contra o erro da sessão secreta e foram contidos por seguranças gerando um tumulto inaceitável em qualquer democracia, a nação foi vilipendiada. Necessário se faz nos lembrarmos de que, se o país, em nossos dias, conhece com transparência a história do Senado Federal desde a independência em 1822, isso se deve à atuação heróica e altiva de seus primeiros integrantes, os quais, rejeitando sistematicamente o anonimato, têm, quase dois séculos após, as suas atitudes, acertadas ou equivocadas, sustentadas pelas suas memórias.
          Mas essa é verdadeiramente a disposição de que deve estar imbuído todo aquele que se lança à vida pública. O Senado brasileiro, se não pode abrigar falsidades, sonegações ou negociatas, muito menos poderá abrigar covardes. E qualquer ato legislativo não levado ao conhecimento do povo através dos rápidos meios de comunicação hodiernos será, antes de mais nada, um ato ilegal. Só então, a partir disso, poderemos discutir a ação dos senadores que absolveram o presidente Renan Calheiros.

 

 

 

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DE GUARDA LIVROS A GUARDA CONTAS

   Ainda pude conhecer, em meados da década de 50 do século que acaba de expirar, quando mal saía das fraldas, as últimas portas dos velhos empórios. Depois, o "armazém" passou a chamar-se supermercado, o "caixeiro" virou balconista, a "prateleira" deu lugar à "gôndola" a caderneta transformou-se em "cartão de crédito", os "mantimentos" deram lugar aos "gêneros de primeira necessidade". E aquele senhor de óculos na ponta do nariz, esquecido atrás de uma escrivaninha surrada, caligrafia exuberante, escriturando grossas brochuras com uma pena, ou caneta-tinteiro? Apesar de, então, ainda nem saber as primeiras letras, recordo-me de que ele sempre iniciava a página da brochura com uma data e uma frase pouco variável. Ainda tenho na retentiva a primeira letra da sentença, um "M" todo bordado seguido de um "e" bem talhado, depois um "r" muito caprichado e assim delineava-se, calma e diligentemente, o termo "Mercadorias". Em seguida, um "a" pendia solitário logo na linha de baixo para anteceder a uma outra palavra menor, porém, com um "C" igualmente todo bordado, seguido novamente de um "a", um "i" muito imponente, um "x" gracioso, surgindo lentamente o vocábulo "Caixa". Então completava-se a sentença: "Mercadorias a Caixa".

     O senhor que escrevia vagarosa e cuidadosamente aquilo fazia prodígios de um pintor renascentista, mas era conhecido por um binômio que não se encaixava bem no meu entendimento: "guarda-livros". "Guarda", na minha pueril concepção da época, era um homem que portava uma arma e era encarregado de reprimir qualquer ataque à segurança de pessoas ou de um patrimônio; "livros" eram o fruto do trabalho de um escritor ou dos autores didáticos e neles jamais se escrevia. Para se escrever existiam os cadernos. Que denominação mais esquisita a daquele funcionário do armazém ou da "venda"! Era um "guarda" que, no máximo, após o expediente, "guardava" papéis na gaveta da escrivaninha e, ao contrário de todos que escreviam em cadernos, escrevia em livros.

     Afinal, se a evolução deixou no passado a "venda" o "caixeiro", a "caderneta", os "mantimentos", os "secos e molhados", onde estará hoje o guarda-livros? É de se entender que ele também tenha crescido no tempo e se transformado em um outro tipo de funcionário. Os livros de caligrafia caprichada e diligente são hoje escriturados pelas impressoras acopladas ao computador. É também o computador que realiza todos os cálculos outrora produzidos pela cantilena da manivela de uma máquina de somar. As pilhas de volumes dos livros diário, razão, inventário, entradas e saídas de mercadorias, atualmente não passam de imagens em baixo relevo que a tecla " Page Down" vai desfilando vertiginosamente no monitor. Em meio a toda essa parafernália de inovações teria se afogado o velho guarda-livros?

     Na idade adulta, abracei uma carreira cujo profissional que a exerce não é chamado por denominação muito mais sugestiva que a de guarda-livros, pois no termo falta um sufixo pomposo como "ólogo", "atra" , "logista" ou coisa semelhante. Devemos nos contentar com um humilde "or " ou um apagado " ista", pois não somos tão importantes assim. Apenas observamos quando está abalada a saúde da empresa e temos a obrigação de sermos os primeiros a gritar, vivemos monitorando índices de liquidez, registramos exaustivamente todo tostão que entra ou sai do patrimônio, temos os nossos cabelos encanecidos precocemente na guerra de não afastarmos os olhos dos monitores, ou de nos dobrarmos diuturnamente sobre as revistas, para que o empresário cliente não sofra qualquer penalidade fiscal, o que se acontecer seremos nós os únicos culpados. Nossos " pacientes" nada têm de pacientes, porque a dor que sentem, e que nos cabe curar, não os deixa prostrados em um leito, muito pelo contrário, transforma-os, às vezes, no tenebroso minotauro da famosa lenda cretense, levando-os a rugir pavorosamente pelos labirintos do nosso escritório buscando desesperadamente uma morfina para a mais terrível das dores humanas: a dor no bolso.
      Poderíamos, então, chamar o quase folclórico guarda-livros daqueles remotos tempos, de antecessor do atual contabilista, ou do moderno contador? O velho funcionário do empório nada mais fazia que anotar em partidas dobradas as operações do empresário, não se preocupando com previsões, projeções, fluxos de caixa, ativos e passivos circulantes, sabe Deus lá mais o quê. Seu chamado " sucessor", com o advento da informática não mais tem a humilde tarefa de guardar livros, mas sucedeu-lhe com o ingrato mister de guardar... contas!

 

 

 

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SONHOS DE UM CARTÃO DE VISITAS PARA PONTE NOVA

Quem não conhece Ponte Nova, e chega à cidade via Ouro Preto/Mariana, tem as suas primeiras impressões da cidade ainda na altura da sede campestre do clube Primeiro de Maio. Mais um pequeno trecho e um trevo rodoviário indica a chegada às ruas da urbe. Ali fica o início do anel rodoviário e, em todo o mundo, os anéis rodoviários já se transformaram em vias características de todas as sedes de municípios onde o trânsito é, por si só, mais intenso. Têm a finalidade precípua de evitar o tráfego de veículos pesados nas vias urbanas, em cujos subsolos está um emaranhado de redes pluviais, sanitárias e de distribuição de água. Chegando ao Bairro Sagrado Coração de Jesus, conhecido popularmente como "Bairro Pacheco", o visitante calouro percebe naqueles últimos metros da via intermunicipal o protótipo de um bairro de periferia. Enfim, chegamos a Ponte Nova. Até então nada que deslumbre, mas também nada que apavore aquele que vem a Ponte Nova pela primeira vez.

Quando esse visitante calouro irrompe nos arredores onde está a ponte que deu nome à cidade, e mais precisamente se isso ocorre após as 21 horas, então suas primeiras impressões sofrem um terrível abalo. A região onde fica a antiga estação rodoviária é o cartão de visitas de Ponte Nova e poderíamos compará-la à recepcionista  de qualquer empresa ou entidade que deve estar bem trajada, ter uma boa dicção sempre destituída de vícios de linguagem, estar sorridente e, enfim, fazer com que o visitante seja, de fato, bem-vindo a Ponte Nova. Infelizmente não é isso o que acontece. Aquele setor principal da sede do município, mormente no período noturno, tem o poder de espantar definitivamente qualquer visita à nossa cidade. Prostituição desenfreada, uso e  tráfico de drogas intensos, pedintes embriagados e/ou sob efeito de narcóticos insurgindo-se nas portas dos veículos que por ali transitam e que, invariavelmente, têm de manter seus vidros protetores fechados, brigas, arruaças, sujeira, policiamento insuficiente e tudo o mais.

Até  a década de 1980, quando ali ainda funcionava todo o terminal  rodoferroviário de Ponte Nova, aquele local já era evitado pela população devido à sua proximidade com a antiga zona do meretrício. Depois, tivemos a extinção da ferrovia e a mudança da estação rodoviária para um local onde a intenção era que os coletivos chegassem ao anel rodoviário via Bairro do Triângulo e, assim, evitar-se-ia seu tráfego pelas ruas da cidade. A verdade é que os ônibus continuam a trafegar pela avenida que dá acesso à antiga rodoviária, entalando-se nas pontes e afunilando o trânsito. É preciso lembrar-se de que as nossas ruas foram sendo abertas  a esmo para atender-se o trânsito dos primeiros anos do Século XX, época em que por ali passavam, no máximo, trinta ou quarenta veículos por dia. Eram tempos em que ainda não existiam sequer as folclóricas jardineiras, os caminhões de carga não excediam a sete toneladas e os veículos de tração animal pontificavam.

Ponte Nova, em todo o contexto do Brasil atual, sofre as consequências do fim de nossas ferrovias, levado a efeito pelo movimento militar de 1964 que tinha de cumprir as cláusulas dos financiamentos de Tio Sam: rodovias, nada de ferrovias!!! Os fabricantes de autopeças yanques tinham de expandir seu mercado. Essa extinção das ferrovias fez com que as montadoras tivessem de fabricar veículos cada vez maiores e mais pesados. Um bom exemplo em nossa cidade está no início da ponte situada no final da rua Senador Antônio Martins. Aquela ponte tem sua pista de rolamento em ângulo contrário à direção do trânsito que emerge do Bairro de Palmeiras. Ali, ao realizarem a conversão para terem acesso à ponte, os veículos pesados imprimem uma força de atrito descomunal em suas rodas, força esta que toda e qualquer pavimentação está longe de suportar. Então, o resultado é um eterno conserta para quebrar de novo. E a interdição da Barrinha veio contribuir para um agravamento de tudo.

Já não seria tempo de nossas autoridades desviarem a atenção para aquele setor da cidade que é o seu cartão de visitas? Parece que um bom começo seria a demolição das dependências da antiga rodoviária, um conjunto arquitetônico obsoleto e de feio aspecto, para dar lugar a uma praça de lazer arborizada e nos moldes do jardim de Palmeiras; depois, a desapropriação de imóveis ao longo do leito da antiga ferrovia de modo a termos uma ampla avenida que tivesse início nessa praça e desembocasse no novo terminal rodoviário; a restauração do histórico Hotel Glória, para transformá-lo em um centro cultural; a demolição da ponte na Rua Senador Antônio Martins e sua reconstrução em ângulo de afinidade com a localização da praça; os incentivos tributários ao estabelecimento ali de um bom setor comercial  dos do tipo "calçadão". Como seria agradável chegar-se a Ponte Nova e contemplar esta bela praça aos pés da matriz de São Sebastião exibindo nas alturas a sua maquiagem gótica!!!! Falar é fácil... fazer é que são elas, o prezado leitor já deve estar meditando. Mas, lembremo-nos de que muitas obras como Brasília, a transposição da capital do país para o centro do território nacional, surgiram de sonhos como este. JK, um dia, também foi taxado de visionário. E nós sonhamos apenas com um cartão de visitas mais digno para a nossa princesinha da mata.

 

New mais oferta que veio a nós de outro continente é, exclusivamente, que era sempre de espera para todos no Brasil. Este é o melhor exemplo programa para audição que sabe como descobrir a verdade de acordo com a lei, para o oeste é um dispositivo chamado spy mobile. Ele mosto para os direitos dos cidadãos e para o responsabilidade social.

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